Associação Cultural Kirchleinburg

Histórico

A iniciativa de fundar um Grupo de Danças Folclóricas Alemãs na cidade de Igrejinha foi do então Prefeituo Municipal, Senhor Lauri Auri Krause. O Prefeito já conhecia o G.D.F.A. do Centro Cultural "25 de Julho" de Porto Alegre e sentia que havia espaço cultural que não estava sendo explorado no município. Então contatou com Jonas Badermann Lemos (regente do coral municipal de Porto Alegre e integrande do G.D.F.A.do Centro Cultural "25 de Julho") e lhe solicitou a colaboração que auxiliasse o ínicio de um Grupo de Danças Alemãs em Igrejinha.

Lemos colaborou prontamente, sendo que no início do ano de 1984, divugou-se na cidade o início deste grupo. Para ingressar no grupo não era exigido nenhum pré-requisito, apenas boa vontade e disposição para participar dos ensaios que ocorriam aos sábado à tarde, na sociedade União de Cantores de Igrejinha (SUCI).

Os primeiros integrantes do Grupo de Danças passaram a reunir-se com a finalidade de preservar a cultura aleã, predominante na região, bem como a permuta de idéias em torno de idéias comuns.

O nome Kirchleinburg, do Grupo de Dançsa Folclóricas Alemãs de Igrejinha, surgiu entre os próprios integrantes do Grupo de Danças. Os integrantes do grupo queriam um nome relacionado com a cidade. Então não tinha um coisa mais relacionada com a cidade como o próprio nome do municiípio.

Traje

Histórico do traje folclórico do Kirchleinburg

O traje oficial do grupo é da região de Marienbad, que localiza-se no sul de Egerland na Boêmia.

O Egerland é um vale que fica cercado e protegido pelas montanhas, conhecidas como, Erzzebirge - Fichtelgebirge Böhmerwald. Região muito produtiva e conservadora, sendo banhada pelo rio Eger.
Achados pré - históricos, como cerâmicas, armas, jóias e ruínasprovam que é uma das mais velhas colonizações da Europa. A união dos habitantes da região do Eger, foi possível através dos celtas, a palavra Eger, no idioma dos celtas significa Agarre.
Quando os Eslavos vieram das Estepes Russas no século VI a.C., foram banidos das suas terras, reconquistando-as por intermédio do Rei Henrique II no ano de 1004, permanecendo por 950 anos. Vindo a Segunda Guerra Mundial foram banidos de suas terras. Continuaram, no entanto, unidos e conservadores de seus costumes, sendo até hoje um povo conhecido como rude com a sua língua e ao mesmo tempo benevolente, crédulos e sensíveis em sua forma de pensar.
Estão enraizados no solo de sua pátria e nas tradições de seus antepassados, mantendo e respeitando-as. Optaram em viver perto da Baviera, pois muitos destes predicados condizem com a cultura Bávara.

Pesquisa feita em material encontrado na biblioteca da Casa da Juventude no ano de 1996, no mesmo ano que for reunido o material para a confecção do traje.

Contatos

Rua Sete de Julho, 142 Centro 93650-000

51 8404 8441 / 8405 5081

Márcio Morbach

morbach@ack.org.br

Site do grupo

www.ack.org.br

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